Apesar da internet, confie no médico assistente



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As informações de saúde da Internet são usadas principalmente para perguntas ao médico

Nos tempos da Internet, muitos pacientes descobrem suas queixas e temem doenças antes de visitar um médico em sites de saúde relevantes. Muitos médicos têm medo do meio conhecimento do paciente. No entanto, não há razão para isso, de acordo com um estudo americano. Pelo contrário: disputas entre médico e paciente raramente surgem. As informações pré-lidas "são, na maioria dos casos, mais um benefício do que um dano", de acordo com a pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia.

Os pacientes usam a Internet para descobrir sintomas e doenças
Nos Estados Unidos, a Internet é a fonte mais comum de informações sobre saúde leiga. "Os pacientes que descobrem sobre suas supostas doenças na Internet são mais suspeitos dos diagnósticos e terapias de seus médicos?" O cientista Xinvi Hu, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, investigou essa questão. Em seu relatório de estudo na revista "Journal of Health Communication", a pesquisadora e sua equipe relataram que as informações preliminares da Internet geralmente traziam mais benefícios para a relação médico-paciente do que poderiam prejudicar. A grande maioria dos pacientes não questiona a competência do profissional médico, como mostrou o resultado da pesquisa.

Para o estudo, a equipe de pesquisa entrevistou cerca de 500 pacientes, que eram informados mais ou menos regularmente sobre saúde em sites especiais. Um questionário on-line com um tempo de processamento de 25 minutos foi disponibilizado aos participantes para a pesquisa. Todas as respostas foram avaliadas e calculadas.

Verificou-se que a maioria dos pesquisados ​​pesquisou na web informações médicas usando mecanismos de pesquisa. Outra parte também troca informações com outros pacientes sobre sintomas e doenças em fóruns online.

Os pacientes fazem perguntas que resultaram da auto-pesquisa on-line
70% de todos os participantes do teste disseram que perguntariam ao médico como resultado da auto-pesquisa na Internet. 40% disseram que também imprimiriam as informações dos sites para usar como base de discussão ao conversar com um médico. "A maioria dos itens comprados não foi usada pelos afetados para questionar as habilidades do médico", disse o pesquisador. Pelo contrário, foi confirmado que os pacientes agora estão lidando mais com seus problemas de saúde e também estão usando a Internet de forma agressiva.

"Portanto, os médicos não precisam ter medo ou ficar na defensiva se seus pacientes aparecerem para consulta com informações impressas", assegura o cientista. Os clínicos gerais e especialistas deveriam estar felizes se os pacientes já adquiriram conhecimentos básicos e souberem do que se trata. "A maioria dos entrevistados pretende usar a Internet para fazer perguntas aos médicos, muitas vezes referindo-se aos recursos clínicos disponíveis on-line", concluiu a conclusão.

Embora a Internet tenha se tornado uma importante fonte de informação, a posição em relação aos profissionais médicos também seria confirmada em pacientes que usam outras fontes, como livros, revistas científicas ou amigos e conhecidos para descobrir doenças. Também aqui as informações são usadas para fazer outras perguntas ao médico. sb)

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Foto: Tony Hegewald / pixelio.de

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